Dentro do Hiraki: como marketplace, agenda e prontuário viram um só sistema

Cada peça do Hiraki foi pensada pra conversar com as outras. Veja como uma busca no marketplace vira consulta agendada, atendida e registrada sem retrabalho.

Equipe HirakiSistema1 min de leitura

A maioria dos consultórios digitalizados funciona como uma colcha de retalhos: um site pra ser encontrado, um WhatsApp pra agendar, uma agenda à parte, um sistema de prontuário e uma planilha de financeiro. Cada costura entre essas peças é um ponto onde informação se perde — e onde alguém precisa redigitar alguma coisa.

O Hiraki foi desenhado no sentido contrário: as peças nascem conectadas. Quando um paciente encontra um profissional no marketplace e escolhe um horário, ele está olhando para a agenda real daquele profissional — não para um formulário que vira uma troca de mensagens depois. Ao confirmar, a consulta existe no sistema, o paciente recebe a confirmação e o lembrete no WhatsApp, e o profissional vê o compromisso na mesma agenda que usa no dia a dia, sincronizada com o Google Agenda se ele quiser.

No dia da consulta, o mesmo cadastro segue adiante: se for teleconsulta, a sala de vídeo abre no navegador com o prontuário ao lado da chamada; se o profissional usa a IA de transcrição, o resumo estruturado da conversa chega direto ao prontuário daquele paciente. Encerrado o atendimento, o registro financeiro nasce da própria consulta — sem lançar de novo em outra ferramenta.

É essa continuidade que elimina o retrabalho: a informação entra uma vez, no ponto em que acontece, e cada etapa seguinte já a encontra pronta. Busca, agenda, atendimento e registro deixam de ser quatro sistemas pra serem quatro momentos de um só.